A Pianista (filme)

A Pianista, de Michael Haneke foi um filme que me marcou muito, voltei a revê-lo ontem, com outros olhos mais capazes de verem!


Comentário ao filme: penso que o filme espelha bem "a loucura da normalidade". Os ditos normais, as posturas ditas normais, protagonizadas no filme pelo o rapaz loiro, são mais anormais, disfuncionais e doentes do que as posturas "anormais" e que roçam a loucura da personagem feminina. A mulher (a louca) do filme está mais em contacto com quem é, com o que sente, com a verdade, com o real, do que o rapaz loiro, ele está longe de saber quem é, apoia todos os seus julgamentos em pressuposições e estereótipos do senso comum, o seu real é o politicamente aceite, não tem capacidade para ver além disso, por isso ele é o mais anormal e louco da história, se considerarmos locura a falta de capacidade de ver e sentir o real. Para além do seu (do rapaz) comportamento absolutamente psicotapa, típico do socialmente aceite. A maioria dos homens que existem são assim, usam e deitam fora, alegam ainda por cima bodes espiatórios para justificarem suas atitudes aberrantes, sua falta de capacidade de dedicação, de sentir, de perserverança e de entrega, alegam que "ela" é louca, que era politicamente incorreta, quando eles são os únicos incorretos e culpados da situação, dizem amar, prometem mundos e fundos, fazem com que a mulher se entregue e depois num vaipe, de forma inconsequente e caprichosa mudam de ideias, fartam-se, terminam tudo, ou senão esfriam e ficam ausentes e passamos a ter um zombie blindado à nossa beira.




Definição de psicopata (wikipédia): A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de caráter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, manipulação, egocentrismo, falta de remorso e culpa para atos cruéis e inflexibilidade(...)











                                       Escrito por Acordem a 11 de Dezembro de 2011







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ConexãoVia Net: Desconexo

Luis10: Olá boa noite, como te chamas?
Ahprocura: Olá, não digo nomes.
Luis10: Ok, mas como te devo chamar?
Ahprocura: Chama-me Ah.
Luis10: Nesse caso prefiro chamar-te Ana.
Ahprocura: Não.
Luis10: Então Maria?
Ahprocura: Já disse chama-me Ah, odeio repetir-me Luis!
Luis10: Estás disponivel Ah?
Ahprocura: Para quê?
Luis10: Um café, sair, namorar, etc?
Ahprocura: Com quem?
Luis: Com o meu vizinho...
Ahprocura: Depende...
Luis10: De quê?
Ahprocura: Se o teu vizinho é interessante, preciso de provas vivas...
Luis10: Ah, é verdade, não me chames Luis, chama-me Ph e ao meu vizinho Kj, ok?













                                            Escrito por Acordem a 27 de Outubro de 2011












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Sobre Mim

GOSTO Destes Meus dois Blogues ANTI-REBANHOS; GOSTO de ser 100% Crudívora; GOSTO da Natureza, Sentí-la, Cheirá-la, Vivê-la; GOSTO de Todos os Animais; GOSTO de Ser Quem sou; GOSTO de Ser Decente e Corajosa; SOU Bissexual como o são todos os humanos mesmo aqueles que ainda estão em NEGAÇÃO; GOSTO de tudo ao "Natural"; GOSTO de Sustentabilidade e Permacultura; PRATICO o Decrescimento em Oposição ao Crescimento Socio/Urbano Ambientalmente Incorreto; GOSTO de Reciclagem, de Inventar Novo Uso para as Coisas; resourceful-engenhocas-desembaraçada; Dona orgulhosa e muitíssimo satisfeita dum Moon Cup! PRATICO Meditação Sem Vertente Religiosa;  VIVO até ao Limite de Mim; GOSTO do Estudo Livre e Não Obrigatório; GOSTO de Saber mais e mais Daquilo que GOSTO de Saber; GOSTO de Estudar, Observar, Compreender, Descobrir, Descobrir por mim Própria sem ajudas; GOSTO de me Sentir capaz, AUTOSSUFICIENTE! -"Autossuficiência refere-se ao estado de não necessitar de qualquer ajuda, apoio ou interação de outros, para sobreviver. É por isso um tipo de autonomia."- NÃO GOSTO DE MALDADE GRATUITA;
GOSTO da bondade gratuita; Não compreendo a razão de existir da MALDADE, espero um dia compreender; GOSTO de Estar Limpa, Pura, Livre de Negativismos e Ódios; DOTADA Dum Otimismo a toda a PROVA; Industriosa; OBCECADA E OBSESSIVA até ao limite saudável (a maioria das vezes ahahaha); De natureza Secundária, Premeditada, nunca reajo ao Primeiro ESTIMULO, GOSTO das Pequenas Coisas; GOSTO de Manualidades, do "Faça você Mesmo"(DIY); GOSTO do Trabalho Físico; Gosto de ideias brilhantes, inteligentes, simples, práticas, concisas, que sempre estiveram ali debaixo do nariz, mas que ninguém nunca o suspeitou. GOSTO de Contemplar, Mirar, de me sentir Maravilhada; gosto do Amanhecer e do Anoitecer; gosto de uma boa companhia; DEFENDO a Criatividade Acima de Tudo, Através dela Somos Únicos, Brilhantes, Perfeitos, Excecionais, Através dela o Nosso EU Aflora à Superfície; GOSTO daquilo que é justo, de Justiça, e até da justiça pela própria mão! DEFENDO muito a clausura, é a forma mais eficaz para o autoconhecimento; quando preciso de ACREDITAR em algo prefiro acreditar no UNIVERSO; A MINHA MAIOR DESILUSÃO são os seres humanos, tanto potencial desperdiçado (não me conformo) por isso serão também até ao fim a minha maior ESPERANÇA!











                                           Escrito por Acordem a 13 de Outubro de 2011












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Retratagem, Falsa-Fútil-Fraca (Culto do Artificial)

"Se tiver de me definir com uma só palavra diria INDECISA. Desde que me lembro custa-me a decidir. Tento pesar, avaliar, julgar mas é tudo em vão, na hora H, na hora de decidir nunca cheguei a nenhum veredito, de modo que vou me deixando escorregar pelo caudal da vida, ela que se encarregue do meu destino. Mas tenho gostos, preferências, vontades. Gosto do que é belo, dum belo homem. O estilo fino e polido também me apraz. Ligo bastante às aparências (risos), acho que sou o que se chama de fútil. Gosto de alguém que sabe estar, alguém que sabe fazer uma "boa sala" ou seja uma boa conversa de circunstância, gosto de quem sabe receber. Adoro conviver, é na roda de amigos que sou mais feliz, pois é lá que sou mais eu já que toda eu sou superficial (risos), especializei-me nisso, na arte do bem conviver. Que mal tem? Nenhum. Se me visse privada desses convívios sociais com amigos ou meros conhecidos sucumbia, juro que morria. Sem esses convívios sinto-me a morrer a desaparecer, estou toda cá fora, sabem, sem o meu exterior deixo de me sentir, deixo de sentir quem sou, porque, sabem, toda eu sou só isto que veem, aquela que sabe ser boa anfitriã.
Detesto gente bronca, o que custa ser-se um pouco polido, odeio a rudeza, odeio aquela gente que faz bandeira com a verdade nua e crua, tenham maneiras, vá-lá, sejam civilizados, não somos animais afinal.
Nunca discuto, mantenho a todo o custo a harmonia e o bom humor, sei que quem está à minha volta agradece a paz e que eu também, eu, principalmente. Sinto que não fui feita para discussões feias e de faca na liga, gritaria, insultos, que feio, que lastimável. Só gosto do belo, não me importa ser fútil, só não quero ser feia, ser harmonia.
Graças a treino intensivo apurei um sorriso que me abre todas as portas e que quase sempre uso no semblante, é a minha melhor qualidade: o sorriso.
Como ando sempre indecisa farto-me muito de ambientes, situações e pessoas, como vivo sem convicção é tudo uma sobrecarga muito grande para mim aturar pessoas que não me consigo decidir a amar ou não. Por isso, dou por mim a agir erraticamente, como louca, não me quero comprometer sem certezas. Mas certezas tenho poucas ou mesmo nenhumas. Tenho certeza que gosto de valores importantes, pilares de vida como:
- Beleza, um homem belo, filhos belos
- Dinheiro, dá sempre jeito para se viver uma vida fútil
- Inteligência, um ser inteligente para mim é alguém que sabe acima de tudo estar. Sorriso largo simpático, aparência cuidada com gosto, gestos, conversas, tons de voz tudo muito harmonioso e polido.
- A luxúria também é para mim um valor capital. O sexo e o dinheiro fazem o mundo girar.
Se me virem ao lado dum homem bronco do tipo boca-louca que diz tudo o que lhe passa pela moleirinha é porque estou indecisa ou sem ninguém melhor para a troca, pois porque para mim mais vale acompanhada (mal acompanhada) do que só. Porque, lembram-se, só, desapareço, deixo de existir simplesmente, sucumbo.
Não sou invejosa porque ninguém me chega aos calcanhares, tudo broncos e broncas analfabetos. Riu-me por dentro, desdenhando deles, já que por fora toda eu sou sorrisos e concordâncias.
Odeio discussões, debates,etc. Mas por dentro peso, meço, julgo tudo e todos, a única conclusão que chego é que sou melhor, valho mais que todos, pena que quase ninguém entende isso. As meninas conflituosas, verbosas chamam muito mais a atenção, despertam mais paixões. Que raiva, sem maneiras nenhumas, umas pindéricas e eu aqui tão linda, impecável e ninguém repara que EU sou melhor que elas todas. Mas que fazer o ser humano é bicho estúpido, exceto eu claro. Nas falhas vou me amanhando, "e me vingando de todos", até me dá jeito tanta burrice e incompetência junta. A minha máxima é ,quem ri por último ri melhor. A honestidade está sobrevalorizada, quem é que quer levar com a verdadinha toda e a toda a hora? Com mentiras ganho mais, não choco niguém e é esteticamente perfeita, com tão bom gosto, e quem for santo que atire a primeira pedra.
O leitor que não se iluda, as minhas ações são de fazer corar as meninas mais efusivas, sou capaz de loucuras e de ações desconexas que nem lembram ao diabo. Tenho um reportório cheinho delas. Desiquilibrada é o meu nome do meio (ups). Escolho normalmente a opção mais estrambólica deixando tudo e todos estupefactos e até a mim própria, se bem que já sei o que a casa gasta, já estou acostumada à minha demência estapafúrdia. Sou completamente excessiva em tudo o que faço, moderação? - o que é isso?"








nota: Não existem coincidências. Retrato gente real!










                                            Escrito por Acordem a 20 de Setembro de 2011












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Somos Transparentes

Se podes ver observa, se observas entende...
As nossas ações falam por nós, não na maioria das vezes mas sempre e sem exceções à regra. Devemos observar tudo meticulosamente e não fazer quaisquer leituras do que se observa, as ações falam por si alto e claramente, temos o estúpido hábito de fazer operações limpeza posteriores que adulteram tudo. Não cedam a esse vício humano. As ações são todas livres e pertencem a cada qual, valem por si só, nada de lhe arranjar atenuantes que só servem para varrer para debaixo do tapete a porcaria que um dia vai explodir na nossa cara. Neste caso impera mesmo a máxima olho por olho dente por dente, não tenham dúvidas que quem não vos responde prontamente a um email, por exemplo (quando é certo e sabido que essa pessoa anda na net todos dias), quando uma pessoa protela, vos protela, quer dizer exatamente isso: só adiamos aquilo que não gostamos, aquilo que não nos diz nada. Ora nesse caso responder no mesmo comprimento de onda. A maioria dos humanos está em comprimentos de onda diferentes, há sempre um que faz vista grossa e outro que usa e abusa desse facto. O netinho que usa e abusa da boa vontade da avó que lhe atura tudo e mais alguma coisa sem reclamar; a mulher que amorosamente enche o marido de dicas e recadinhos românticos ao longo do dia que ele finge não reparar fazendo-se de aéreo quando na verdade é detentor duma atenção acutilante mas só para assuntos que não o aborreçam; aquele amigo de longa data que se lembra do seu querido amigo com a frequência salutar de uma amizade digna desse nome (todos dias) e que para além de se lembrar faz questão do anunciar ao mundo obtendo feedback tardio, do género to little to late; é aquela mãe que brada aos céus o seu amor grandioso pelos filhos mas só tem para com eles gestos de chantagem emocional para manter os filhos numa agoniante tensão, tolhidinhos de pena e de remorso pela sua querida mãe, etc, etc.
Abram os olhos, observem, não façam leituras do que veem, os factos falam por si. Cada um gosta do que gosta, tem interesse no que tem. Não não foi por distração, não não foi por descuido, não não é por ele/a ser assim mesmo e nós já estarmos acostumados e por no fundo no fundo sabermos que ele/a não fazer por mal. Tudo mentiras, confabulações, desculpas esfarrapadas de mau pagador que estrategicamente construimos para não ter de agir, para não ter de ver as coisas como elas são, a verdade nua e crua, porque "afinal existem bons momentos é só preciso enterrar bem enterradinhos os maus, as desatenções todas, as traições todas, amanhã o Sol nasce de novo, já tenho a pá comigo para novas escavações, novos aterros de faltas de considerações, de faltas de amor, faltas de respeito, já agora enterro também a minha autoestima, orgulho e inteligência.."







P.S. Chama-se distorção cognitiva: acreditar com força numa mentira até ela se tornar verdade aos nossos olhos.
Baseiem-se em factos que qualquer um pode ver, factos visíveis à luz do dia, como por exemplo na contabilidade de ganhos: o que é que eu ganho? o que ganho de palpável daquilo que realmente gosto? o que corre como eu desejo? o que dou a ganhar aos outros? Não se baseiem em castelos de areia que mais niguém vê a não ser vocês.
A verdade está ao alcance dum piscar de olhos, ao alcance dum relance de olhos, querem mesmo sabê-la? é essa a questão!
Julguem os atos como um tribunal imparcial, não aceitem arrependimentos estratégicos, advoguem em causa própria mas com o distanciamento devido para que a justiça seja cega mas vocês não. Julguem os atos, não as pessoas, as pessoas escolhem os atos, as escolhas podem variar ao longo da vida conforme os interesses. Cada um deve pagar exatamente por aquilo que escolheu fazer.










                                          Escrito por Acordem a 15 de Setembro de 2011












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